Todas as palavras que consegui escrever;

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um passo a morte.


Estava sentada em frente ao portão, olhando a rua; apenas observando o movimento, era tão “interessante” para mim. Tão inovador quase magnífico. Uma das poucas vezes e essa era um delas em que eu me sentia livre e feliz; não por não estar com você. Mas sim por quase chegar perto a abrir as asas e sair. São tardes calmas em climas frios, que me dão inspiração; vêem-me a cabeça milhares de fotos, mas quando estou com a câmera em mãos. Nada funciona, ou tudo dá errado. Olhar as pessoas andando de carro, eu adorava observar-lás. Algumas pessoas andavam com carros luxuosos e caros, outras preferiam um carro mais modelo esportivo, pela ousadia. Outros, porém se contentavam com seus carros antigos ou normais. Eu notava que sempre que eu via uma mulher dirigindo a maioria das vezes ou parte delas; as mulheres eram jovens e bonitas. Elas davam a impressão de que a vida delas era perfeita. Ver os carros passando me dava vontade de levantar e sair andando até eu cansar; andar, andar e andar. Eu poderia fazer isso por horas é claro se eu tivesse um ponto a chegar, um ponto decidido. Um objetivo.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O timbre da meia noite.


Uma noite escura e fria, o silêncio varria o lugar como folhas secas levadas facilmente pelo vento. Nem ele nem eu, nos atrevíamos à quebra o desprezado e indesejado silêncio. Eu queria poder virar a ele e dizer tudo o que tenho vontade, porque só com ele, eu consigo ser quem eu quero ser. Mas a coragem não me aparecia em mente. Tentar, eu tentaria; mas conseguir, era o mais difícil.
O silêncio me torturava por dentro, a vontade de poder te tocar, ou dizer algo que quebrasse o silêncio, era tão grande, quanto o universo – Eu, e minhas comparações tolas. -.