Todas as palavras que consegui escrever;

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O timbre da meia noite.


Uma noite escura e fria, o silêncio varria o lugar como folhas secas levadas facilmente pelo vento. Nem ele nem eu, nos atrevíamos à quebra o desprezado e indesejado silêncio. Eu queria poder virar a ele e dizer tudo o que tenho vontade, porque só com ele, eu consigo ser quem eu quero ser. Mas a coragem não me aparecia em mente. Tentar, eu tentaria; mas conseguir, era o mais difícil.
O silêncio me torturava por dentro, a vontade de poder te tocar, ou dizer algo que quebrasse o silêncio, era tão grande, quanto o universo – Eu, e minhas comparações tolas. -.