Todas as palavras que consegui escrever;

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Naufrago no amor,


Sentia-me mal, agoniada. Estava perdida, naufraga num grande mar de ilusões, divido pelo desgosto e felicidade. Eu estava sem direção. Não me sentia segurada. Depois de tanto tempo, com você. Eu sempre parecia segura de tudo o que deveria fazer, eu me sentia assim, pois tinha você para me dar apoio, caso de tudo desse errado. Você era o meu apoio, aquele chão em que eu cairia segura se eu pulasse do precipício... Mas... Agora; você não está mais lá. Estou perdida, sem chão, sem direção. Sem escolhas.  Lembro-me bem de como tudo começou...
Eu era a menina que sorria para todos mesmo querendo chorar por dentro, eu vivia em um mundo que sofria uma horrível ditadura, a qual eu tinha que sempre ser boa com as pessoas, eu tinha que dar tudo a elas sem esperar nada em troca. Foi sempre assim, no começo eu te dei muitas coisas, já sem esperanças que você não me dê nada em troca, como os outros. Você me surpreendeu você foi à única pessoa, que em vez de pegar e ir, você pegou e ficou.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um passo a morte.


Estava sentada em frente ao portão, olhando a rua; apenas observando o movimento, era tão “interessante” para mim. Tão inovador quase magnífico. Uma das poucas vezes e essa era um delas em que eu me sentia livre e feliz; não por não estar com você. Mas sim por quase chegar perto a abrir as asas e sair. São tardes calmas em climas frios, que me dão inspiração; vêem-me a cabeça milhares de fotos, mas quando estou com a câmera em mãos. Nada funciona, ou tudo dá errado. Olhar as pessoas andando de carro, eu adorava observar-lás. Algumas pessoas andavam com carros luxuosos e caros, outras preferiam um carro mais modelo esportivo, pela ousadia. Outros, porém se contentavam com seus carros antigos ou normais. Eu notava que sempre que eu via uma mulher dirigindo a maioria das vezes ou parte delas; as mulheres eram jovens e bonitas. Elas davam a impressão de que a vida delas era perfeita. Ver os carros passando me dava vontade de levantar e sair andando até eu cansar; andar, andar e andar. Eu poderia fazer isso por horas é claro se eu tivesse um ponto a chegar, um ponto decidido. Um objetivo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Esperando...


Ela olhava para cima, para baixo; olhava todos os lados. Ela queria, ou melhor, buscava uma resposta para si mesma, um motivo que esclarecesse toda a situação a ela. Algo, que não a deixasse perdida, que a levasse para o caminho certo.
 Ela apenas esperou.
Ela sofreu tanto com amor, amores que vinham e se iam a dois momentos. Amores não correspondidos. Ela tentava de tudo para entender.
Mas só uma pessoa poderia esclarecer tudo, ela sabia disso.
Ela já tinha sofrido tanto, que as palavras ásperas eram doce como mel para ela; pobre menina entraria em decadência.
Mas, algo mudará em tudo isso. Ela hesitou.